Cresce campanha para volta de carta sobre abertura dos portos para a Bahia
janeiro 29, 2008
Cresce a campanha para que a carta régia que determinou a abertura dos portos do Brasil Colônia para as nações amigas volte para Salvador. O documento, que se encontra no Rio de Janeiro, no Arquivo Nacional, foi emprestado para a então capital federal há 121 anos e jamais foi devolvida. “Claro, claro, é uma questão de bom senso. A carta deve ficar aqui em Salvador”, engrossou o coro o ministro da Cultura Gilberto Gil, ao saber da polêmica. “Seria muito interessante que ela pudesse ficar aqui, exposta, com a proteção do governo”, emendou o governador Jaques Wagner.
Os dois eram convidados da solenidade ocorrida ontem à noite na Associação Comercial da Bahia, onde foi lançado o selo 200 Anos da Abertura dos Portos, que comemora o bicentenário da chegada da família real ao Brasil.
O ministro também apoia o movimento mundial que defende a permanência de objetos históricos nos locais em que foram criados. A carta foi assinada pelo príncipe regente dom João na capital baiana no dia 28 de janeiro de 1808, seis dias após a frota fundear na Baía de Todos os Santos. “Desde que tenhamos condições para manter esses documentos – e temos – eles devem permanecer em nossos acervos locais”, completou Gil.
Já o governador, que recebeu uma réplica da carta régia durante a solenidade, também é a favor do retorno do documento para Salvador. Porém, por outros motivos. “É compreensível que o Rio de Janeiro, por ser a capital federal na época, tivesse ficado com a carta. Mas como ela não foi para Brasília, deve vir para cá”, explica. “É um interesse legítimo, mas não vou agir com bairrismo exagerado”, afirma ele, que é carioca.
Apesar de não estar descartada, uma ação judicial contra a União não é prioridade. “Vou pedir, ponderar, espero que não seja necessário”, diz Wagner. “É uma questão política e tem que ser resolvida politicamente”, prefere Gil.
Caso a questão não seja resolvida nas esferas administrativa e política, o processo judicial deverá correr na Justiça Federal em virtude de o Arquivo Nacional – cujo diretor Jaime Antunes já antecipou que não devolve a carta – ser vinculado à Casa Civil da Presidência da República.
E entre uma entrevista e outra, o jornalista português João Pacheco de Miranda, correspondente da Rádio e Televisão de Portugal (RTP) para o Brasil e a América Latina, também defende o retorno imediato da carta. “Para mim parece lógico que o documento deve estar aqui. Salvador é a primeira capital do Brasil, a primeira alfândega. Nada me parece mais justo”, diz ele, com sotaque carregado, que veio especialmente para fazer a cobertura do evento.
Fonte: Correio da Bahia
Rio e Salvador brigam pela posse do documento original da abertura dos portos
janeiro 26, 2008

A quem pertence a carta original de 1808 assinada por Dom João VI determinando a abertura dos portos brasileiros às nações amigas? O presidente do Arquivo Público da Bahia , Ubiratan Castro (Nota do Editor do Portal do Arquivista: Ubiratam Castro é presidente da Fundação Pedro Calmon, ao qual o Arquivo Público da Bahia, cuja diretora é Maria Teresa Matos, está vinculado), afirma que o documento foi emprestado ao Arquivo Público Nacional, no Rio de Janeiro, e nunca mais voltou, apesar das reclamações baianas ao longo do século 20.
Serões de convívio em torno da fotografia
janeiro 21, 2008
A Câmara Municipal de Évora/Divisão de Assuntos Culturais, através do Arquivo Fotográfico, retoma em 2008 os “Serões Fotográficos”, uma atividade que iniciou no ano passado com o objetivo de promover a fotografia em geral e divulgar o acervo do Arquivo em particular. O primeiro encontro tem lugar já no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21:30, no Salão Nobre dos Paços do Conselho.
Esta nova temporada dos “Serões Fotográficos” vai ter um encontro por mês, cada um deles centrado numa fotografia em particular, pertencente ao espólio do Arquivo Fotográfico Municipal, a qual dará azo a uma tertúlia em torno das várias leituras que a mesma poderá comportar, de acordo com as reflexões e analogias que os participantes possam estabelecer. As tertúlias terão a participação de convidados especializados das mais variadas áreas, sempre de acordo com a temática da fotografia.
O local de realização destes encontros passará a ser itinerante, subordinando-se a sua localização à temática da fotografia escolhida. Este modelo de mobilidade permitirá aproximar o Arquivo Fotográfico Municipal a diferentes associações e instituições locais, criando novas sinergias de cooperação e envolvendo públicos diversificados, sensibilizando-os para a importância da preservação do nosso patrimônio fotográfico.
A primeira tertúlia será dedicada a uma fotografia de um grupo de senhoras eborenses que bordaram a primeira bandeira da República em 1910, que certamente conduzirá o público participante a dissertar sobre as temáticas: mulheres e a república e as elites eborenses. A convidada desta sessão será a Dr.ª Maria Ana Bernardo, docente da Universidade de Évora e investigadora do CIDEHUS Todos os Serões contarão ainda com um momento de animação surpresa, que poderá passar pela música, ou mesmo pela representação teatral.
Fonte: Jornal das Freguesias
Processos da Inquisição de Lisboa vão ser digitalizados
janeiro 19, 2008

Silvestre Lacerda – Diretor do ANTT
Cinco milhões de imagens do arquivo da Inquisição de Lisboa vão estar disponíveis on-line. O processo de recuperação e digitalização integral dos 17.980 processos, referentes ao período entre 1536 e 1821, ainda vai demorar cerca de três anos a estar completo, mas constitui, sem dúvida, uma boa notícia para os investigadores.
Curso de Segurança da Informação: ABNT NBR ISO/IEC 27.001:06
janeiro 19, 2008
Curso organizado pela ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS – AAB, com o apoio do Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST – Ministério da Ciência e Tecnologia
Curso de SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ABNT NBR ISO/IEC 27.001:06
O ser humano sempre se preocupou com a sua segurança e de seus bens, isto faz parte de nossos instintos. Na sociedade moderna, o maior bem que a humanidade possui são as informações e conhecimentos gerados por ela, tanto para concretização de negócios quanto para tomada de decisões e planejamento estratégico. Atualmente as informações são consideradas recursos críticos e se encontram sob constante risco, como nunca estiveram antes. Com isso a segurança da informação tornou-se ponto crucial para sobrevivência das organizações, gerando a necessidade do desenvolvimento de métodos e técnicas que permitissem a sua proteção.
Segurança da informação compreende um conjunto de medidas que visam proteger e preservar informações e sistemas de informações, assegurando-lhes integridade, disponibilidade, não repúdio, autenticidade e confidencialidade. Esses elementos constituem os cinco pilares da segurança da informação e, portanto, são essenciais para assegurar a integridade e confiabilidade em sistemas de informações.
Os esforços relacionados com a busca de melhores mecanismos para salvaguardar a segurança culminaram com a homologação da “Norma Internacional de Segurança da Informação” denominada “ISO/IEC 17799″. Esta norma trata da segurança das informações e não somente dos dados que trafegam pela rede ou que residem dentro de um sistema computacional.
Instrutora:
Capitão de Fragata Maria Rosângela da Cunha, formada em Bilioteconomia pela Universidade Federal de Goiás; Especialização em Organização de Arquivos Públicos – Universidade de São Paulo; Gerência de Redes de Computadores – Centro de Instrução Almirante Wandenkolk ; Pós-Graduação na Escuela de Archivos para Iberoamérica – Universidade de Alcalá de Henares – Espanha ; Curso Básico da Escola de Guerra Naval; Curso Superior B – Escola de Guerra Naval; MBA – Administração e Sistemas de Informação – Universidade Federal Fluminense.
Objetivo
O curso tem como objetivo transmitir aos alunos conceitos, metodologias e práticas de Gerência de Segurança da Informação, uma vez que pessoas e processos e não somente a tecnologia, são aspectos essenciais para a segurança dos negócios das organizações.
Público Alvo
O curso destina-se aos profissionais de nível superior, oriundos principalmente da área de Segurança da Informação, Tecnologia da Informação e áreas correlatas. Analistas de Sistemas ou Gerentes de TI, Auditores, Administradores, Arquivistas, Bibliotecários, Consultores e Gestores de Controladoria são áreas a quem o curso também atende.
Conteúdo Programático
1.Contextualização e Conceitos Iniciais
· Era do conhecimento
· Informação: ativo
· O que é Segurança da Informação (sigilo, disponibilidade, integridade e autenticidade)
· Organização e segurança da informação
· Política de Segurança
· Gestão de Ativos
· Análise e Gerenciamento de riscos
· Vulnerabilidades e ameaças que maximizam os riscos
· Fatores humanos e Engenharia Social
· Segurança Organizacional
· Gerenciamento de Operações e Comunicações;
· Controle de Acesso
· Desenvolvimento da Segurança de Sistemas
· Segurança física
· Desastres Naturais
· Segurança do ambiente
· Segurança em recursos humanos
· Soluções de segurança
· Informação e meios de transmissão e armazenamento
2. Certificação Digital e Questões Legais
· ICP-Brasil (autenticidade e não-repúdio)
· Certificados Digitais
· Questões Legais e Legislação Brasileira sobre Segurança da Informação
· Papeis e responsabilidades
· Responsabilidade dos gestores na manutenção da Segurança de informações
· Conscientização, educação e treinamento em Segurança da Informação
3. Classificação das Informações
· Objetivos da classificação da informação
· Critérios para a classificação da informação
· Fundamentos e tratamento da informação classificada
· Estabelecimento da classificação da informação
· Definição das tarefas
· Divisão de responsabilidades
· Identificação de usuários-donos
4. Gestão de Continuidade dos Negócios
· Noções e Recomendações de Projetos
· Procedimentos Operacionais
· Planos de Contingência e Continuidade
Carga horária: 16 horas.
Data: 20 e 21 de fevereiro de 2008
Local: Auditório do MAST. Rua Gal. Bruce, 586 - São Cristóvão – RJ
Horário: 9hs às 17hs
Investimento: R$ 220,00
Os sócios da AAB quites com suas anuidades terão desconto no valor acima.
Ø Sócio profissional – valor do investimento: R$ 100,00
Ø Sócio estudante – valor do investimento: R$ 60,00
Os 10 primeiros estudantes associados receberão de brinde o CD ROOM Comemorativo (Documentos digitalizados dos Anais e das Revistas Arquivo & Administração)
Inscrições até o dia 18 de fevereiro de 2008, na AAB (Av. Presidente Vargas, 1733 – sala 903 – Centro) das 10 às 12h e das 13 às 17h, ou através de depósito bancário (Banco do Brasil – Agência 0183-X C/C 8474-3 e posterior envio do comprovante bancário e ficha de inscrição por Fax (021) 3852-2541).
Mais informações: Associação dos Arquivistas Brasileiros (Av. Presidente Vargas, 1733 sala 903, Centro – RJ).
Tel (021) 3852-2541 / 25072239 E-mail: aab@aab.org.br
Fonte: Email enviado pela AABA para a Lista de Discussão em Arquivologia da UFBA
Prefeitura de Natal anuncia concurso
janeiro 18, 2008
A Prefeitura de Natal (RN) anuncia concurso para fevereiro. De acordo com o Instituto Cidades, que organizará a seleção, serão oferecidas 315 vagas. Dessas, 149 são para cinco especialidades de medicina. Outros 27 postos em níveis superior serão contemplados com 56 vagas (veja lista abaixo). Quem tem nível médio e técnico poderão se inscrever em uma das 106 vagas que serão oferecidas. Ainda não foi definido o número de cargos para quem estudou até a quarta série (nível elementar).
Confira a relação de vagas
Nível superior: médico; administrador; administrador de bancos de dados; administrador de redes sênior; analista de geoinformação; analista de regulação, com especialidade em administração; analista de regulação, com especialidade em Contabilidade; analista de Regulação, com especialidade em economia; analista de regulação, com especialidade em informática; analista de regulação, com especialidade em saneamento básico I ; analista de regulação, com especialidade em saneamento básico II; analista de sistema sênior; arquivista; historiador; museólogo; bibliotecônomo; secretário executivo; técnico de controle interno; técnico de Nível superior / ecólogo; técnico de nível superior / geologia.
Nível médio: auxiliar de consultório dentário (30 vagas); fiscal de serviços urbanos (30 vagas); analista de suporte; artífice de manutenção elétrica, hidráulica e predial; assistente técnico em eletrotécnica; desenhista de páginas e sítios para rede de computadores (webdesigner); desenvolvedor de sistemas; técnico de enfermagem; técnico florestal; técnico de regulação, com especialidade em administração; técnico de regulação, com especialidade em contabilidade; técnico de regulação, com especialidade em informática; técnico de regulação, com especialidade em saneamento básico e técnico em lazer e recreação.
Nível elementar: eletricista de comando e mecânico de bomba.
Fonte: Concursos CorreioWeb
Seu trabalho ainda existe – Nada será como antes na relação trabalho e empresa
janeiro 18, 2008
Nota do Editor: Esse artigo foi publicado com a intenção de levantar alguma discussão acerca das mudanças na área de Tecnologia e Informação e suas implicações para o profissional Arquivista. Não deixe de escrever sua opinião na área de comentários!
Cansado de telefonar para o departamento de tecnologia para resolver aquele problema no computador no trabalho? Pois para o escritor especializado em TI Nicholas Carr , todos os departamentos de TI estão irrevogavelmente condenados à morte. É o que garante em seu livro recém-publicado nos EUA, “The big switch: rewiring the world from Edison to Google”.
A idéia de Carr é que, à medida que a tecnologia vira, mais e mais, um monte de aplicações utilitárias agregadas em rede , menos faz sentido ter um departamento cheio de dados em datacenters particulares, em que se gastam fortunas.
Hoje, se você tem um navegador e uma conexão rápida com a Internet, não faz a menor diferença em que lugar o software esteja rodando”, explica ele . Nenhum dos programas de YouTube, Yahoo!, Wikipedia, Gmail, Flickr está guardado no seu HD.
E você não liga. Já as empresas…” Pois é, para elas faz toda a diferença. Bilhões de dólares foram gastos em datacenters, sistemas operacionais complexos e centenas de profissionais de tecnologia são bem pagos para cuidar de tudo isso.”
“Desde que as empresas começaram a instalar computadores, há 50 anos, acharam que tinham que comprar seu próprio hardware e software. Agora, sem mais nem menos, isso não faz mais sentido, e elas precisam repensar tudo.
Será que realmente precisam de todos aqueles sistemas caríssimos? Será que precisam mesmo do departamento de TI?” Para Carr, a mudança se assemelha à que veio quando os desktops acabaram com o reinado dos mainframes, nos anos 80. É uma nova quebra de paradigma.
“No longo prazo, é improvável que o departamento de TI sobreviva, pelo menos na forma como o conhecemos hoje”, escreve ele no livro.
O autor faz um paralelo entre a tecnologia da informação e a eletricidade. No começo do século passado, as empresas tinham seus próprios geradores e cuidavam de sua própria eletricidade. À medida que o fornecimento de eletricidade virou um serviço, percebeu-se que não mais era necessário ter uma divisão dedicada a ela; bastava ligar própria eletricidade: na tomada.
O mesmo vai acontecer com a TI, defende Carr. Da mesma forma, bastará conectar o computador à rede para ter acesso a dados e serviços e conteúdos e aplicações.
“Dadas as vantagens económicas das firmas online, que serão cada vez maiores, com a queda do custo de processamento de dados e comunicações, firmas tradicionais de TI não terão OUTRA saída a não ser uma repaginação no seu negocio dispensando a grande parte de seus funcionários. de TI ”
Os profissionais de TI não serão os únicos que sofrerão com esta modificação nas condições de oferta de serviços de informação online e sem custo. Outros atores serão reposicionados ou terão sua utilidade repensada em termos de utilidade para a empresa. Carr reserva a sua mais direta e certeira indicação o para o nebuloso futuro dos jornalista neste novo mundo dos conteúdos online.
Se os conteúdo dos fatos , as ideias e as ocorrências do cotidiano são produzidas e bastante ofertadas online, em palavras, imagens e sons e acessíveis sem custo, o profissional só terá sua defesa nas arcaicas leis de proteção de reserva de mercado intelectual. Jornalistas, editores fotógrafos, bibliotecários e outros profissionais da informação serão reposicionados certamente por pessoas que não estarão na lista de pagamentos da empresa.
O paradigma tecnológico modificou a plataforma estática da relação trabalho, emprego, empresa.
Fonte: Texto veiculado na [e-texto/abarreto-l] – Lista de discussão do IASI – Instituto de Adaptação e Inserção na Sociedade da Informação, sob responsabilidade do Prof. Dr. Aldo Barreto (IBICT).
Governador visita Arquivo Público do Paraná
janeiro 17, 2008
O governador Roberto Requião visita nesta quinta-feira (17), às 13h30, o Arquivo Público do Paraná, em Curitiba. O espaço foi criado pela Lei n.º 33, sancionada pelo primeiro presidente da Província do Paraná, conselheiro Zacarias de Góes e Vasconcellos, em 7 de abril de 1855. Denominado “Archivo Publico”, tinha como finalidade reunir a memória impressa e manuscrita sobre a história e geografia do Paraná e funcionou por todo o período provincial (1855-1889), junto ao Palácio da Presidência, onde foi instalada a Secretaria do Governo Provincial.
Hoje, além de reunir a documentação referente à memória do poder público, o Arquivo é o órgão responsável pela execução e administração da política relativa ao patrimônio documental do Estado, e por meio da organização, guarda e conservação dos documentos acumulados pelo Poder Executivo do Governo do Paraná, visa possibilitar o acesso rápido e seguro às informações de interesse da administração pública e do cidadão, bem como implementar e acompanhar a política estadual de arquivos.
Fonte: Agência Estadual de Notícias – PR
Guia para jovens sobre a história da Torre do Tombo é lançado quinta-feira
janeiro 16, 2008
Com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, a obra será lançada a partir das 14h30, num evento que integra igualmente a apresentação pública de outra obra para o público juvenil, O Mistério da Torre do Tombo.
«Guardar Memórias… Abrir Caminhos…» é uma obra didático-pedagógica sobre a história da Torre do Tombo que resulta de uma cooperação entre técnicos da Direção-Geral de Arquivos (DGARQ) e professores destacados ao abrigo de um despacho conjunto do Ministério da Educação e do Ministério da Cultura.
O Mistério da Torre do Tombo , obra juvenil recomendada pelo Departamento de Educação Básica, será apresentado com a presença do autor, João Aguiar.
Também durante a tarde, será inaugurada a exposição António Meneres, Dos Anos do Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa, com base numa seleção de 70 fotografias do arquivo profissional do arquiteto.
Esta mostra fotográfica visa dar a conhecer uma certa realidade arquitetónica, antropológica e etnográfica do Portugal contemporâneo, resultado da ação do arquiteto enquanto membro da equipa do inquérito produzido pelo Sindicato Nacional dos Arquitetos no final dos anos 50 tornado público uma década depois.
Fonte: Sapo.pt
Conclusão de Arquivo Municipal é prioridade (Portugal)
janeiro 15, 2008
A ampliar e modernizar a rede de saneamento básico, concluir o Arquivo Municipal e o Centro de Apoio Social às Empresas e arrancar com os projectos dos centros escolares e do novo quartel de bombeiros. Estas serão as grandes opções do plano e orçamento da Câmara de Vila Nova de Cerveira para 2008.
O investimento total previsto para a realização das supramencionadas intervenções será na ordem dos 16.388.876,00 euros. Montante este direcionado para um novo impulso municipal, protecção social e ensino básico.
O município de Cerveira considera que todos estes projectos agendados para levar a cabo no corrente ano se traduzem “no desenvolvimento sustentado e equilibrado em todo o concelho”, assim indica em comunicado à imprensa.
A depender estreitamente dos apoios comunitários ficará a requalificação do Parque Empresarial de Vila Nova de Cerveira. A autarquia estipulou, ainda, uma política de investimento com as juntas de freguesia e associações, apoiando-as nas suas actividades.
Fonte: Correio do Minho




(4,90 de 5)
(4,10 de 5)
