Educação Patrimonial traz alunos ao Arquivo Público de Paracatu-MG

22/03/2010 Destaque Comente aqui

Arquivista Carlos apresenta exemplar do jornal Minas Gerais

Acesso aos bens culturais e à informação, desenvolvimento de uma consciência coletiva acerca da importância da preservação do patrimônio histórico, formação de agentes co-responsáveis pela valorização e divulgação do patrimônio cultural são algumas das definições para o que se conhece como educação patrimonial, que em Paracatu tem proporcionado à comunidade o conhecimento e a prática desse importante conceito.


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Vice-presidente exige devolução de “troféus de guerra” do Brasil

Em discurso comemorativo aos 140 anos do fim da Guerra do Paraguai, o vice-presidente do país, Federico Franco, afirmou que a “cicatrização do povo paraguaio” só começará depois que o Brasil devolver um suposto arquivo militar e o canhão “Cristão”, hoje em exibição no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.

“O meu país nunca vai cicatrizar a ferida da epopeia de 1865 a 1870 se o Brasil não devolver o arquivo militar que injustificadamente retém hoje, como também o canhão Cristão, que devem retornar ao Paraguai para que se inicie a cicatrização do nosso povo”, afirmou Franco.

O vice-presidente disse esperar “que essa mensagem chegue ao presidente Lula” para que a devolução seja feita “antes cedo do que tarde”. Para ele, é “incrível” que o Brasil ainda mantenha troféus da guerra.

Franco participou na condição de presidente em exercício de ato na cidade de Cerro Corá, onde o ditador paraguaio Francisco Solano López foi morto por tropas brasileiras, dando fim à guerra. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, estava no Uruguai, por isso não se pronunciou.

Em exibição no Museu Histórico Nacional, o canhão Cristão recebeu esse nome porque foi construído a partir de sinos de igreja. A arma foi apreendida em fevereiro de 1868, quando o Brasil tomou a fortaleza de Humaitá, no rio Paraguai. Já um arquivo militar provavelmente não existe, garante o historiador Francisco Doratioto, autor do livro Maldita Guerra, um dos estudos mais importantes sobre o período.

Fonte: Jornal do Comércio

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