Site do Arquivo Histórico de Além Paraíba
maio 2, 2008
Mensagem enviada à lista de discussão G-CEI - Gestão do Conhecimento, Competitividade, Estratégia, Aprendizagem e Inteligência Organizacional, no dia 26/04/2008. URL: https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/g-cei
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AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
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Holanda deve liberar registro de nascimento, casamento e morte pela internet
abril 17, 2008
Em um esforço para agilizar processos administrativos, a Holanda deve permitir que os habitantes do país registrem nascimentos, marquem casamentos civis e registrem mortes pela internet.
A proposta de mudança foi feita em razão de reclamações a respeito da burocracia: assim como em outros países europeus, os holandeses têm de comunicar autoridades municipais sempre que mudam de endereço ou estado civil.
Pelo projeto, casais que planejam se casar poderão apenas preencher dados pessoais em um formulário on-line no site da cidade, em vez de ter que levar os documentos originais à administração municipal, como era exigido até agora.
Caso as autoridades suspeitem de algum dado ou detectem problemas, os noivos podem ser chamados para apresentar os documentos pessoalmente. De qualquer forma, a cerimônia de casamento em si tem de acontecer na presença dos noivos.
Para mortes, a idéia é que crematórios ou empresas funerárias –que em geral têm acesso a documentos do morto e ao atestado de óbito– enviem as informações pela internet diretamente para a administração da cidade.
No ano passado, o governo decidiu formar um banco de dados de todas as crianças que poderia ser acessado em escolas, hospitais, polícia e entidades de serviço social.
Wibbe Alkema, porta-voz do ministro da Justiça, afirmou que alguns ajustes ainda estão sendo feitos no projeto. O governo espera tornar o plano uma lei até 2011.
“Como as coisas são feitas agora, alguém decidido a registrar um nascimento falso pode forjar um documento e levá-lo até os escritórios municipais”, afirmou. “Mas cedo ou tarde o sistema vai conseguir pegá-los”.
Fonte: UOL
Casa Branca perdeu cerca de 1 milhão de e-mails, revela estudo
fevereiro 28, 2008
O sistema de arquivamento de e-mails da Casa Branca era tão “primitivo” que cerca de um milhão de mensagens foram perdidas em dois anos e meio, segundo um relatório técnico divulgado na terça-feira, 26, no Congresso americano.
Steven McDevitt, ex-responsável pelo setor de tecnologia na Casa Branca, disse por escrito a uma comissão da Câmara de Representantes que, em 2005, época em que o documento estava sendo elaborado, o sistema era tão “primitivo” que havia um grande risco de perda de dados.
McDevitt comandou o estudo apresentado, o qual diz que e-mails se perderam durante janeiro de 2003 e agosto de 2005. Porém, segundo o especialista, o arquivamento de mensagens pode ter falhado em cerca de mil dias. Nos Estados Unidos, a legislação exige que o governo arquive e conserve suas comunicações eletrônicas.
Numa audiência da Comissão de Supervisão e Reforma do governo, a Casa Branca defendeu a forma como cuidou de suas mensagens e assegurou que continua tentando localizar os e-mails perdidos. “Estamos decididos a chegar ao fundo deste assunto”, afirmou a porta-voz do escritório de Administração da Casa Branca, Theresa Payton.
Entre as mensagens perdidas, encontram-se as do escritório do vice-presidente Dick Cheney trocadas entre 30 de setembro e 6 de outubro de 2003. Nessa época, o Departamento de Justiça abriu uma investigação sobre a vazamento à imprensa do nome de uma agente da CIA. Chegou-se a especular que o sumiço dos e-mails de Cheney poderia estar relacionado a uma tentativa de ocultar o envolvimento de funcionários da Casa Branca nesse caso.
Fonte: Estadão
Ibict lança Ciclo de Palestras 2008 - Primeira palestra é sobre Preservação Digital
fevereiro 27, 2008
O Ciclo de Palestras de 2008 promovido pelo Ibict será transmitido via Internet no horário previsto (16h).
Nesta quinta-feira, data da primeira palestra, o endereço Web estará disponível no portal do Ibict.
Também o endereço de e-mail para envio de perguntas será: palestras@ibict.br
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promove, a partir do dia 28 de fevereiro, o seu primeiro Ciclo de Palestras 2008. A programação será divulgada quinzenalmente no site do Instituto (http://www.ibict.br).
Segundo Hélio Kuramoto, coordenador de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados, a intenção das palestras é divulgar, para o público interno e para a comunidade científica em geral, os produtos que estão sendo desenvolvidos pelo Laboratório de Metodologia de Trabalho e Disseminação da Informação e Prospecção de Novas Tecnologias de Informação do Ibict. São ferramentas que estão no estado-da-arte. A idéia é estimular o seu uso e dar conhecimento dessas iniciativas para a sociedade, explica.
Preservação Digital de Informação Científica e Tecnológica é o tema da primeira palestra que será ministrada pelo servidor Miguel Arellano, técnico responsável. Com o objetivo de levar a preocupação da preservação digital para os detentores da informação em ciência e tecnologia, o palestrante explicará por que a importância da preservação é um dos grandes desafios do século XXI.
Durante os últimos anos do século XX, apenas as bibliotecas, os arquivos e os centros e institutos de pesquisa e organismos governamentais criavam conteúdo digital relevante.
Atualmente, muitas coleções importantes estão sendo construídas por diferentes organizações e colecionadores. Na palestra, apresentarei as iniciativas nacionais e estrangeiras de preservação digital em curso e o tipo de conhecimento que elas demandam, além dos aspectos que devem ser tratados por qualquer organização que lida com informação científica em formato digital, comenta Arellano.
Importância da preservação digital
No início, as práticas relacionadas com a preservação digital eram baseadas na idéia de garantir a longevidade dos arquivos, mas essa preocupação agora está centralizada na ausência de conhecimento sobre as estratégias de preservação digital e o que isso poderá significar na garantia da duração dos arquivos digitais.
Atualmente, muitos projetos e iniciativas têm conseguido estabelecer os benefícios de algumas metodologias e estratégias. A conclusão a que todas elas chegam é que devem ser usados padrões e que é preciso converter os documentos nos formatos-padrão para que eles sejam acessados daqui a 500 anos.
O desafio é muito mais um problema social e institucional do que um problema técnico, principalmente porque, para a preservação digital, dependemos de instituições que passam por mudanças de direção, missão, administração e fontes de financiamento.
Data: 28/02/2007
Horário: 16h
Local: Auditório do Ibict – SAS, Quadra 5, Lote 6, Bloco H – sobreloja
OBS: O evento é gratuito, e não haverá necessidade de inscrição antecipada.
Mais Informações:
Comunicação Social
Tel.: (61) 3217-6484 / 6491 / 6427
Seu trabalho ainda existe - Nada será como antes na relação trabalho e empresa
janeiro 18, 2008
Nota do Editor: Esse artigo foi publicado com a intenção de levantar alguma discussão acerca das mudanças na área de Tecnologia e Informação e suas implicações para o profissional Arquivista. Não deixe de escrever sua opinião na área de comentários!
Cansado de telefonar para o departamento de tecnologia para resolver aquele problema no computador no trabalho? Pois para o escritor especializado em TI Nicholas Carr , todos os departamentos de TI estão irrevogavelmente condenados à morte. É o que garante em seu livro recém-publicado nos EUA, “The big switch: rewiring the world from Edison to Google”.
A idéia de Carr é que, à medida que a tecnologia vira, mais e mais, um monte de aplicações utilitárias agregadas em rede , menos faz sentido ter um departamento cheio de dados em datacenters particulares, em que se gastam fortunas.
Hoje, se você tem um navegador e uma conexão rápida com a Internet, não faz a menor diferença em que lugar o software esteja rodando”, explica ele . Nenhum dos programas de YouTube, Yahoo!, Wikipedia, Gmail, Flickr está guardado no seu HD.
E você não liga. Já as empresas…” Pois é, para elas faz toda a diferença. Bilhões de dólares foram gastos em datacenters, sistemas operacionais complexos e centenas de profissionais de tecnologia são bem pagos para cuidar de tudo isso.”
“Desde que as empresas começaram a instalar computadores, há 50 anos, acharam que tinham que comprar seu próprio hardware e software. Agora, sem mais nem menos, isso não faz mais sentido, e elas precisam repensar tudo.
Será que realmente precisam de todos aqueles sistemas caríssimos? Será que precisam mesmo do departamento de TI?” Para Carr, a mudança se assemelha à que veio quando os desktops acabaram com o reinado dos mainframes, nos anos 80. É uma nova quebra de paradigma.
“No longo prazo, é improvável que o departamento de TI sobreviva, pelo menos na forma como o conhecemos hoje”, escreve ele no livro.
O autor faz um paralelo entre a tecnologia da informação e a eletricidade. No começo do século passado, as empresas tinham seus próprios geradores e cuidavam de sua própria eletricidade. À medida que o fornecimento de eletricidade virou um serviço, percebeu-se que não mais era necessário ter uma divisão dedicada a ela; bastava ligar própria eletricidade: na tomada.
O mesmo vai acontecer com a TI, defende Carr. Da mesma forma, bastará conectar o computador à rede para ter acesso a dados e serviços e conteúdos e aplicações.
“Dadas as vantagens económicas das firmas online, que serão cada vez maiores, com a queda do custo de processamento de dados e comunicações, firmas tradicionais de TI não terão OUTRA saída a não ser uma repaginação no seu negocio dispensando a grande parte de seus funcionários. de TI ”
Os profissionais de TI não serão os únicos que sofrerão com esta modificação nas condições de oferta de serviços de informação online e sem custo. Outros atores serão reposicionados ou terão sua utilidade repensada em termos de utilidade para a empresa. Carr reserva a sua mais direta e certeira indicação o para o nebuloso futuro dos jornalista neste novo mundo dos conteúdos online.
Se os conteúdo dos fatos , as ideias e as ocorrências do cotidiano são produzidas e bastante ofertadas online, em palavras, imagens e sons e acessíveis sem custo, o profissional só terá sua defesa nas arcaicas leis de proteção de reserva de mercado intelectual. Jornalistas, editores fotógrafos, bibliotecários e outros profissionais da informação serão reposicionados certamente por pessoas que não estarão na lista de pagamentos da empresa.
O paradigma tecnológico modificou a plataforma estática da relação trabalho, emprego, empresa.
Fonte: Texto veiculado na [e-texto/abarreto-l] - Lista de discussão do IASI - Instituto de Adaptação e Inserção na Sociedade da Informação, sob responsabilidade do Prof. Dr. Aldo Barreto (IBICT).
As árvores do mundo agradecem a chegada da “Paperless Society”
novembro 26, 2007

Você aí, que já não sabe onde enfiar tantos livros e revistas , certamente vai ficar tentado pois a gigante Amazon.com anunciou com alarido o nascimento do Kindle, um simpático aparelho que serve para a leitura de periódicos, livros e blogs, tudo devidamente digitalizado e online.
A Explosão da Memória
novembro 17, 2007
Os documentos de amanhã serão majoritariamente digitais. Em adição aos dados já armazenados nos estoques digitais, semanalmente se acresce uma biblioteca do congresso americano aos estoques digitais nas memórias eletrônicas.
Recall do Brasil inicia uso de RFID na gestão de documentos
novembro 17, 2007

A Recall do Brasil, empresa fornecedora de gestão terceirizada de documentos, está prestes a adotar no País, um sistema de RFID (radio frequence identification). A tecnologia empregada na identificação por radiofreqüência se populariza mundialmente, estando já ativa nas unidades dos Estados Unidos e Canadá.
O ODF continua muito bem, obrigado
novembro 15, 2007
Nos últimos dias foi divulgada pela Internet uma notícia de que o “ODF abandona a própria especificação”. O que o título dessas notícias não explica é que o ODF mencionado não é o padrão ISO/IEC 26300 (OpenDocument Format ou ODF) mas é a OpenDocument Foundation, apenas uma das diversas instituições internacionais que apoiam o ODF.



