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	<title>Portal do Arquivista &#187; Tecnologia da Informação</title>
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	<description>Portal dos estudantes e profissionais de Arquivologia</description>
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		<title>Arquivo Público de Paracatu presente na internet</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 14:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O arquivista Carlos Lima avisa que o Arquivo Público de Paracatu acaba de lançar seu site na internet. Para acessar, acesse o endereço http://paracatumemoria.wordpress.com. Visite e prestigie o trabalho de nossos colegas dessa cidade de Minas Gerais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O arquivista Carlos Lima avisa que o Arquivo Público de Paracatu acaba de lançar seu site na internet. Para acessar, acesse o endereço <a href="http://paracatumemoria.wordpress.com/" target="_blank">http://paracatumemoria.wordpress.com</a>.</p>
<p>Visite e prestigie o trabalho de nossos colegas dessa cidade de Minas Gerais!</p>
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		<title>Mosteiro suíço coloca arquivos históricos na internet</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2009/05/04/mosteiro-suico-coloca-arquivos-historicos-na-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 13:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Mosteiro de Einsiedeln abre seus arquivos históricos para o mundo. Através de várias tecnologias, milhares de documentos e certidões estão sendo digitalizados e colocados à disposição de qualquer um na internet. As dependências do arquivo têm forma de abóbada e está escondido em uma transversal, no meio do gigantesco ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.swissinfo.ch/xobix_media/images/sri/2009/sriimg20090424_10613212_1.jpg" alt="" width="282" height="213" /></p>
<p>O Mosteiro de Einsiedeln abre seus arquivos históricos para o mundo. Através de várias tecnologias, milhares de documentos e certidões estão sendo digitalizados e colocados à disposição de qualquer um na internet.</p>
<p><span id="more-193"></span><br />
As dependências do arquivo têm forma de abóbada e está escondido em uma transversal, no meio do gigantesco Mosteiro de Einsiedeln. As chaves são modernas, mas a porta é antiquíssima.</p>
<p>O diretor de projetos, Andreas Kränzle, abre várias caixas de madeira para os jornalistas da swissinfo, de um salão para o outro. Ele é historiador e responsável pela completa reorganização do arquivo monástico. Sua grande motivação é fácil de ser percebida. A toda hora ele tira de um lugar uma certidão, do outro um livro oficial de registros e conta várias histórias ao mesmo tempo.</p>
<p>&#8220;Seguramente esta foi uma assinatura em branco&#8221;, explica e aponta, ao mesmo tempo, para um monograma sobre um valioso documento. Ele mostra como em outras certidões os monogramas e lacres reais podem ser colocados de outras formas em um texto.<br />
Um mundo diferente</p>
<p>Andreas Kränzle chegou em 1997 ao arquivo. Para ele foi como entrar em outro mundo. &#8220;Antes não havia luz elétrica nas dependências do arquivo. Quando entrei lá pela primeira vez, fiquei extremamente impressionado.&#8221;</p>
<p>Apesar de parte do arquivo monástico já ter sido organizado e catalogado no século 18, muitas objetos foram acrescentados e ainda não registrados. &#8220;Por várias razões os arquivistas não puderam trabalhar todo esse material. Por todos os lados você vê ainda objetos guardados sem nenhuma ordem.&#8221;</p>
<p>O arquivo do Mosteiro de Einsiedeln é um dos mais antigos da Suíça. Seu acervo compreende não apenas livros, certidões, planos arquitetônicos e fotos, mas também objetos curiosos como um canivete suíço dado pelo ex-presidente americano George Bush Sênior.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>A direção do mosteiro acreditava ter guardado todos os documentos sob boas condições climáticas, mas também estava ciente de que não poderia parar a roda do tempo. Para guardar com segurança esse material, ela decidiu não apenas reorganizar completamente o arquivo e digitalizar parte dos documentos, mas também aperfeiçoar as embalagens e seu depósito.</p>
<p>&#8220;As embalagens devem ser modernas e resistentes ao tempo&#8221;, esclarece Kränzle e nos mostra um exemplo. &#8220;Na maior parte dos casos utilizamos material sem ácidos ou até mesmo alcalinos. Dessa forma é possível contrabalançar por longos prazos ácidos contidos no papel ou na tinta.&#8221;</p>
<p>Sobretudo as certidões de pergaminho com seus selos de resina exigem cuidados especiais ao serem guardadas e que podem ser completamente diferentes do papel.<br />
No computador</p>
<p>Para digitalizar o acervo histórico, os responsáveis pelo projeto transferiram os ricamente adornados arquivos de Einsiedeln para uma construção moderna e austera dos arquivos públicos do Cantão de Zurique. &#8220;O espaço do arquivo no Mosteiro de Einsiedeln é muito restrito. Não poderíamos ter feito um bom trabalho por lá&#8221;, justifica Kränzle. &#8220;Embalamos tudo e depois, com ajuda de uma transportadora de mudanças, levamos os caixotes em nove viagens para Schwyz.&#8221;</p>
<p>Cerca de 800 metros de metros de material foram levados para processamento à administração central do cantão. Antes que os documentos, datados até o ano de 1600, pudessem ser digitalizados, especialistas externos restauraram os mais velhos e valiosos deles. Depois as certidões foram selecionadas por Kränzle e sua equipe de dez historiadores e estudantes e catalogadas em um banco de dados.</p>
<p><strong>Apenas uma pequena parte</strong></p>
<p>No contexto do projeto de certidões, mais de duas mil delas, cerca de 30 catálogos e 50 dos mais valiosos livros oficiais de registro foram digitalizados através de diferentes técnicas. Eles são os documentos mais importantes, mas correspondem apenas a uma mínima parte do acervo completo.</p>
<p>Através do acesso via internet, os documentos históricos são mais protegidos. Desde meados de abril eles estão disponíveis como imagens e podem ser descobertos através de uma simples procura.</p>
<p>As reações dos usuários são positivas. &#8220;O interesse tem sido considerável, inclusive também para outras partes do site como o arquivo de fotos, onde várias delas foram colocadas à disposição. Agora estão sendo redescobertas por muitos interessados&#8221;, acrescenta o historiador.</p>
<p>Atualmente um novo arquivo está sendo projetado pelo escritório de arquitetura Diener &amp; Diener. &#8220;Os depósitos serão reconstruídos e estarão no subsolo&#8221;, revela Kränzle. Em uma antiga oficina estarão futuramente os escritórios e também uma sala de leitura.</p>
<p>&#8220;Estamos ainda no meio do planejamento. O pré-projeto está pronto. Agora o planejamento será finalizado e o prédio será construído no ano que vem. Talvez em 2011 ou 2012 possamos retornar à Einsiedeln para o novo arquivo.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.swissinfo.ch/por/capa/Mosteiro_suico_coloca_arquivos_historicos_na_internet.html?siteSect=105&amp;sid=10623057&amp;cKey=1241441542000&amp;ty=st" target="_blank">Swissinfo.ch</a></p>
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		<title>Yndexa DMS &#8211; Sistema para informatização em arquivos</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2009/02/01/yndexa-dms-sistema-para-informatizacao-em-arquivos/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 20:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sistema para informatização de procedimentos em arquivos está próximo de ser lançado, é o Yndexa DMS. Segue o modelo &#8220;Software como Serviço&#8221;, é focado na simplicidade de uso, de fato, o Yndexa DMS está sendo desenvolvido sob a inspiração do método &#8220;Getting Real&#8221;, da 37Signals, conhecida por ótimas soluções ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um sistema para informatização de procedimentos em arquivos está próximo de ser lançado, é o Yndexa DMS.</p>
<p>Segue o modelo &#8220;Software como Serviço&#8221;, é focado na simplicidade de uso, de fato, o Yndexa DMS está sendo desenvolvido sob a inspiração do método &#8220;Getting Real&#8221;, da 37Signals, conhecida por ótimas soluções que resolvem as necessidades do usuário com simplicidade e euforia. <img src='http://www.arquivista.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mais informações preliminares podem ser obtidas em <a href="http://www.yndexa.com/" target="_blank">http://www.yndexa.com</a>, incluindo algumas imagens da interface, que está sendo &#8220;polida&#8221; com frequencia. <img src='http://www.arquivista.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Haverá um sistema de recompensa para arquivistas e empresas parceiras, aguardem notícias.</p>
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		<title>Site do Arquivo Histórico de Além Paraíba</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 03:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagem enviada à lista de discussão G-CEI &#8211; Gestão do Conhecimento, Competitividade, Estratégia, Aprendizagem e Inteligência Organizacional, no dia 26/04/2008. URL: https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/g-cei =========================== Prezados Senhores, Vimos, por meio deste, comunicar-lhes que o nosso site do Arquivo Histórico de Além Paraíba / CEPESLE-Centro de Estudos e Pesquisas &#8220;Sertões de Leste&#8221; foi ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mensagem enviada à lista de discussão G-CEI &#8211; Gestão do Conhecimento, Competitividade, Estratégia, Aprendizagem e Inteligência Organizacional, no dia 26/04/2008. URL: <a href="https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/g-cei" target="_blank">https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/g-cei</a></p>
<div>===========================</div>
<div>
</div>
<div><span style="font-size: x-small;">Prezados Senhores,</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Vimos, por meio deste, comunicar-lhes que o nosso site do  <strong>Arquivo Histórico de Além Paraíba / CEPESLE-Centro de Estudos e  Pesquisas &#8220;Sertões de Leste&#8221;</strong> foi atualizado e, de agora em diante,  transcenderá limites, divisas e fronteiras, com ênfase também a outros  Municípios onde atuamos, a outros Estados e Nações, em especial à  Itália e ao processo imigratório no nosso país .</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;"><strong>Há ainda muito por fazer</strong>, mas esperamos que o  que já se encontra exposto seja de utilidade e do agrado de todos.</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;">O endereço do mesmo é <a rel="nofollow" href="http://www.arquivohistorico-mg.com.br/" target="_blank"><strong>http://www.arquivohistorico-mg.com.br</strong></a> .</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Aos que desejarem conhecer nosso trabalho , agradecemos e  damos as boas vindas!</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Saudações Cordiais,</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Lucimary Vargas<br />
Além  Paraíba-MG-Brasil<br />
AHAP/CEPESLE<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.arquivohistorico-mg.com.br/" target="_blank">http://www.arquivohistorico-mg.com.br</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://cepesle-news.blogspot.com/" target="_blank">http://cepesle-news.blogspot.com</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://forumcepesle.forumeiros.com/" target="_blank">http://forumcepesle.forumeiros.com</a> [cadastre-se e participe!]<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.monoceros.xpg.com.br/" target="_blank">http://www.monoceros.xpg.com.br</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://astronomicando.blogspot.com/" target="_blank">http://astronomicando.blogspot.com/</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://arqueoastronomy.blogspot.com/" target="_blank">http://arqueoastronomy.blogspot.com/</a></span></div>
<div><span style="font-size: x-small;">E-mail: <a rel="nofollow" href="http://br.f305.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=sangalli@arquivohistorico-mg.com.br" target="_blank">sangalli@arquivohistorico-mg.com.br</a><br />
</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Presidente:<br />
Observatório  Astronômico Monoceros<br />
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET<br />
CEPESLE  -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste<br />
AHAP-Arquivo Histórico de  Além  Paraíba<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></span></p>
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		<title>Holanda deve liberar registro de nascimento, casamento e morte pela internet</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2008/04/17/holanda-deve-liberar-registro-de-nascimento-casamento-e-morte-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 12:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um esforço para agilizar processos administrativos, a Holanda deve permitir que os habitantes do país registrem nascimentos, marquem casamentos civis e registrem mortes pela internet. A proposta de mudança foi feita em razão de reclamações a respeito da burocracia: assim como em outros países europeus, os holandeses têm de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um esforço para agilizar processos administrativos, a Holanda deve permitir que os habitantes do país registrem nascimentos, marquem casamentos civis e registrem mortes pela internet.</p>
<p>A proposta de mudança foi feita em razão de reclamações a respeito da burocracia: assim como em outros países europeus, os holandeses têm de comunicar autoridades municipais sempre que mudam de endereço ou estado civil.</p>
<p>Pelo projeto, casais que planejam se casar poderão apenas preencher dados pessoais em um formulário on-line no site da cidade, em vez de ter que levar os documentos originais à administração municipal, como era exigido até agora.</p>
<p>Caso as autoridades suspeitem de algum dado ou detectem problemas, os noivos podem ser chamados para apresentar os documentos pessoalmente. De qualquer forma, a cerimônia de casamento em si tem de acontecer na presença dos noivos.</p>
<p>Para mortes, a idéia é que crematórios ou empresas funerárias &#8211;que em geral têm acesso a documentos do morto e ao atestado de óbito&#8211; enviem as informações pela internet diretamente para a administração da cidade.</p>
<p>No ano passado, o governo decidiu formar um banco de dados de todas as crianças que poderia ser acessado em escolas, hospitais, polícia e entidades de serviço social.</p>
<p>Wibbe Alkema, porta-voz do ministro da Justiça, afirmou que alguns ajustes ainda estão sendo feitos no projeto. O governo espera tornar o plano uma lei até 2011.</p>
<p>&#8220;Como as coisas são feitas agora, alguém decidido a registrar um nascimento falso pode forjar um documento e levá-lo até os escritórios municipais&#8221;, afirmou. &#8220;Mas cedo ou tarde o sistema vai conseguir pegá-los&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u392854.shtml" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Casa Branca perdeu cerca de 1 milhão de e-mails, revela estudo</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2008/02/28/casa-branca-perdeu-cerca-de-1-milhao-de-e-mails-revela-estudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 03:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sistema de arquivamento de e-mails da Casa Branca era tão &#8220;primitivo&#8221; que cerca de um milhão de mensagens foram perdidas em dois anos e meio, segundo um relatório técnico divulgado na terça-feira, 26, no Congresso americano. Steven McDevitt, ex-responsável pelo setor de tecnologia na Casa Branca, disse por escrito ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de arquivamento de e-mails da Casa Branca era tão &#8220;primitivo&#8221; que cerca de um milhão de mensagens foram perdidas em dois anos e meio, segundo um relatório técnico divulgado na terça-feira, 26, no Congresso americano.</p>
<p>Steven McDevitt, ex-responsável pelo setor de tecnologia na Casa Branca, disse por escrito a uma comissão da Câmara de Representantes que, em 2005, época em que o documento estava sendo elaborado, o sistema era tão &#8220;primitivo&#8221; que havia um grande risco de perda de dados.</p>
<p>McDevitt comandou o estudo apresentado, o qual diz que e-mails se perderam durante janeiro de 2003 e agosto de 2005. Porém, segundo o especialista, o arquivamento de mensagens pode ter falhado em cerca de mil dias. Nos Estados Unidos, a legislação exige que o governo arquive e conserve suas comunicações eletrônicas.</p>
<p>Numa audiência da Comissão de Supervisão e Reforma do governo, a Casa Branca defendeu a forma como cuidou de suas mensagens e assegurou que continua tentando localizar os e-mails perdidos. &#8220;Estamos decididos a chegar ao fundo deste assunto&#8221;, afirmou a porta-voz do escritório de Administração da Casa Branca, Theresa Payton.</p>
<p>Entre as mensagens perdidas, encontram-se as do escritório do vice-presidente Dick Cheney trocadas entre 30 de setembro e 6 de outubro de 2003. Nessa época, o Departamento de Justiça abriu uma investigação sobre a vazamento à imprensa do nome de uma agente da CIA. Chegou-se a especular que o sumiço dos e-mails de Cheney poderia estar relacionado a uma tentativa de ocultar o envolvimento de funcionários da Casa Branca nesse caso.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/internacional/not_int131368,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Ibict lança Ciclo de Palestras 2008 &#8211; Primeira palestra é sobre Preservação Digital</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 21:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ciclo de Palestras de 2008 promovido pelo Ibict será transmitido via Internet no horário previsto (16h). Nesta quinta-feira, data da primeira palestra, o endereço Web estará disponível no portal do Ibict. Também o endereço de e-mail para envio de perguntas será: palestras@ibict.br O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  O Ciclo de Palestras de 2008 promovido pelo Ibict será transmitido via Internet no horário previsto (16h).</p>
<p>Nesta quinta-feira, data da primeira palestra, o endereço Web estará disponível no portal do <a href="http://www.ibict.br" target="_blank">Ibict</a>.</p>
<p>Também o endereço de e-mail para envio de perguntas será: <a href="mailto:palestras@ibict.br" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">palestras@ibict.br</a></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promove, a partir do dia 28 de fevereiro, o seu primeiro Ciclo de Palestras 2008. A programação será divulgada quinzenalmente no site do Instituto (<a href="http://www.ibict.br/" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">http://www.ibict.br</a>).</p>
<p>Segundo Hélio Kuramoto, coordenador de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados, a intenção das palestras é divulgar, para o público interno e para a comunidade científica em geral, os produtos que estão sendo desenvolvidos pelo Laboratório de Metodologia de Trabalho e Disseminação da Informação e Prospecção de Novas Tecnologias de Informação do Ibict. São ferramentas que estão no estado-da-arte. A idéia é estimular o seu uso e dar conhecimento dessas iniciativas para a sociedade, explica.</p>
<p><script><!-- D(["mb","\u003cbr\u003e  Durante os últimos anos do século XX, apenas as bibliotecas, os arquivos e os centros e institutos de pesquisa e organismos governamentais criavam conteúdo digital relevante. Atualmente, muitas coleções importantes estão sendo construídas por diferentes organizações e colecionadores. Na palestra, apresentarei as iniciativas nacionais e\n estrangeiras de preservação digital em curso e o tipo de conhecimento que elas demandam, além dos aspectos que devem ser tratados por qualquer organização que lida com informação científica em formato digital, comenta Arellano.\u003cbr\u003e  Importância da preservação digital\u003cbr\u003e  No início, as práticas relacionadas com a preservação digital eram baseadas na idéia de garantir a longevidade dos arquivos, mas essa preocupação agora está centralizada na ausência de conhecimento sobre as estratégias de preservação digital e o que isso poderá significar na garantia da duração dos arquivos digitais.\u003cbr\u003e  Atualmente, muitos projetos e iniciativas têm conseguido estabelecer os benefícios de algumas metodologias e estratégias. A conclusão a que todas elas chegam é que devem ser usados padrões e que é preciso converter os documentos nos formatos-padrão para que eles sejam acessados daqui a 500 anos.\u003cbr\u003e  O desafio é muito mais um problema social e institucional do que um problema\n técnico, principalmente porque, para a preservação digital, dependemos de instituições que passam por mudanças de direção, missão, administração e fontes de financiamento.\u003cbr\u003e  \u003cbr\u003e  Data: 28/02/2007\u003cbr\u003e  Horário: 16h\u003cbr\u003e  Local: Auditório do Ibict – SAS, Quadra 5, Lote 6, Bloco H – sobreloja\u003cbr\u003e  OBS: O evento é gratuito, e não haverá necessidade de inscrição antecipada.\u003cbr\u003e  \u003cbr\u003e  Mais Informações:\u003cbr\u003e  Comunicação Social\u003cbr\u003e  Tel.: (61) 3217-6484 / 6491 / 6427\u003cp\u003e \n\n\n      \u003chr size\u003d\"1\"\u003eAbra sua conta no \u003ca href\u003d\"http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.mail.yahoo.com/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\u003eYahoo! Mail\u003c/a\u003e, o único sem limite de espaço para armazenamento! \n",1] );  //--></script>Preservação Digital de Informação Científica e Tecnológica é o tema da primeira palestra que será ministrada pelo servidor Miguel Arellano, técnico responsável. Com o objetivo de levar a preocupação da preservação digital para os detentores da informação em ciência e tecnologia, o palestrante explicará por que a importância da preservação é um dos grandes desafios do século XXI.</p>
<p>Durante os últimos anos do século XX, apenas as bibliotecas, os arquivos e os centros e institutos de pesquisa e organismos governamentais criavam conteúdo digital relevante.</p>
<p>Atualmente, muitas coleções importantes estão sendo construídas por diferentes organizações e colecionadores. Na palestra, apresentarei as iniciativas nacionais e estrangeiras de preservação digital em curso e o tipo de conhecimento que elas demandam, além dos aspectos que devem ser tratados por qualquer organização que lida com informação científica em formato digital, comenta Arellano.</p>
<p><strong>Importância da preservação digital</strong></p>
<p>No início, as práticas relacionadas com a preservação digital eram baseadas na idéia de garantir a longevidade dos arquivos, mas essa preocupação agora está centralizada na ausência de conhecimento sobre as estratégias de preservação digital e o que isso poderá significar na garantia da duração dos arquivos digitais.</p>
<p>Atualmente, muitos projetos e iniciativas têm conseguido estabelecer os benefícios de algumas metodologias e estratégias. A conclusão a que todas elas chegam é que devem ser usados padrões e que é preciso converter os documentos nos formatos-padrão para que eles sejam acessados daqui a 500 anos.</p>
<p>O desafio é muito mais um problema social e institucional do que um problema técnico, principalmente porque, para a preservação digital, dependemos de instituições que passam por mudanças de direção, missão, administração e fontes de financiamento.</p>
<p>Data: 28/02/2007<br />
Horário: 16h<br />
Local: Auditório do Ibict – SAS, Quadra 5, Lote 6, Bloco H – sobreloja<br />
OBS: O evento é gratuito, e não haverá necessidade de inscrição antecipada.</p>
<p>Mais Informações:<br />
Comunicação Social<br />
Tel.: (61) 3217-6484 / 6491 / 6427</p>
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		<title>Seu trabalho ainda existe &#8211; Nada será como antes na relação trabalho e empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 13:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do Editor: Esse artigo foi publicado com a intenção de levantar alguma discussão acerca das mudanças na área de Tecnologia e Informação e suas implicações para o profissional Arquivista. Não deixe de escrever sua opinião na área de comentários! Cansado de telefonar para o departamento de tecnologia para resolver ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nota do Editor: Esse artigo foi publicado com a intenção de levantar alguma discussão acerca das mudanças na área de Tecnologia e Informação e suas implicações para o profissional Arquivista. Não deixe de escrever sua opinião na área de comentários!</em></p>
<p>Cansado de telefonar para o departamento de tecnologia para resolver aquele problema no computador no trabalho? Pois para o escritor especializado em TI Nicholas Carr , todos os departamentos de TI  estão irrevogavelmente condenados à morte. É o que garante em seu livro recém-publicado nos EUA, “The big switch: rewiring the world from Edison to Google”.</p>
<p>A idéia de Carr é que, à medida que a tecnologia vira, mais e mais, um monte de aplicações utilitárias agregadas em rede , menos faz sentido ter um departamento cheio de dados em datacenters particulares, em que se gastam fortunas.</p>
<p>Hoje, se você tem um navegador e uma conexão rápida com a Internet, não faz a menor diferença em que lugar o software esteja rodando”, explica ele . Nenhum dos programas de YouTube, Yahoo!, Wikipedia, Gmail, Flickr está guardado no seu HD.</p>
<p>E você não liga. Já as empresas&#8230;” Pois é, para elas faz toda a diferença. Bilhões de dólares foram gastos em datacenters, sistemas operacionais complexos e centenas de profissionais de tecnologia são bem pagos para cuidar de tudo isso.&#8221;</p>
<p>“Desde que as empresas começaram a instalar computadores, há 50 anos, acharam que tinham que comprar seu próprio hardware e software. Agora, sem mais nem menos, isso não faz mais sentido, e elas precisam repensar tudo.</p>
<p>Será que realmente precisam de todos aqueles sistemas caríssimos? Será que precisam mesmo do departamento de TI?”   Para Carr, a mudança se assemelha à que veio quando os desktops acabaram com o reinado dos mainframes, nos anos 80. É uma nova quebra de paradigma.</p>
<p>“No longo prazo, é improvável que o departamento de TI sobreviva, pelo menos na forma como o conhecemos hoje”, escreve ele no livro.</p>
<p>O autor faz um paralelo entre a tecnologia da informação e a eletricidade. No começo do século passado, as empresas tinham seus próprios geradores e cuidavam de sua própria eletricidade. À medida que o fornecimento de eletricidade virou um serviço, percebeu-se que não mais era necessário ter uma divisão dedicada a ela; bastava ligar própria eletricidade: na tomada.</p>
<p>O mesmo vai acontecer com a TI, defende Carr. Da mesma forma, bastará conectar o computador à rede para ter acesso a dados e serviços e conteúdos e aplicações.</p>
<p>&#8220;Dadas as vantagens económicas das firmas online, que serão cada vez maiores, com a queda do custo de processamento de dados e comunicações, firmas tradicionais de TI  não terão OUTRA saída a não ser uma repaginação no seu negocio dispensando a grande parte de seus funcionários. de TI &#8221;</p>
<p>Os profissionais de TI não serão os únicos que sofrerão com esta  modificação nas condições de oferta de serviços de informação online e sem custo.  Outros atores serão reposicionados ou terão sua utilidade repensada em termos de utilidade para a empresa.  Carr reserva a sua mais direta e certeira indicação o para o nebuloso futuro dos jornalista neste novo mundo dos conteúdos online.</p>
<p>Se os conteúdo dos fatos , as ideias e as ocorrências do cotidiano são produzidas e bastante ofertadas online, em palavras, imagens e sons e acessíveis sem custo,  o profissional só terá sua defesa nas  arcaicas  leis de proteção de reserva de mercado intelectual. Jornalistas, editores fotógrafos, bibliotecários e outros profissionais da informação serão reposicionados certamente por pessoas que não estarão na lista de pagamentos da empresa.</p>
<p>O paradigma tecnológico modificou a plataforma estática da relação trabalho, emprego, empresa.</p>
<p>Fonte: Texto veiculado na [e-texto/abarreto-l] &#8211; Lista de discussão do <a href="http://e-iasi.org/" target="_blank">IASI &#8211; Instituto de Adaptação e Inserção na Sociedade da Informação</a>, sob responsabilidade do Prof. Dr. Aldo Barreto (IBICT).</p>
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		<title>As árvores do mundo agradecem a chegada da &#8220;Paperless Society&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 13:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital]]></category>
		<category><![CDATA[custodial]]></category>
		<category><![CDATA[Documento Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[pós-custodial]]></category>

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		<description><![CDATA[Você aí, que já não sabe onde enfiar tantos livros e revistas , certamente vai ficar tentado pois a gigante Amazon.com anunciou com alarido o nascimento do Kindle, um simpático aparelho que serve para a leitura de periódicos, livros e blogs, tudo devidamente digitalizado e online. Cabe nele o equivalente ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2007/11/paperlesssociety.jpg" /></p>
<p>Você aí, que já não sabe onde enfiar tantos livros e revistas , certamente vai ficar tentado pois a gigante Amazon.com anunciou com alarido o nascimento  do Kindle, um  simpático aparelho  que serve para a leitura de periódicos,  livros e blogs, tudo devidamente digitalizado e online.</p>
<p><span id="more-31"></span></p>
<p>Cabe nele o equivalente a uns  200 livros. E a maquininha, permite fazer anotações sobre o texto e funciona sem fios. Além disso, a bateria segura 30 horas de carga.  E isso tem um preço: nos EUA, vai sair a US$ 350 (cerca de R$ 800). Com o aumento da produção poderá cai para um terço deste preço ou menos.</p>
<p>Somente a Amazon oferece 90 mil títulos digitalizados, sob medida para o Kindle, ao preço<br />
de US$ 9,99,cada, embora, textos em português, ainda,  não sejam tão abundantes.</p>
<p>Não é por acaso que a  Amazon está lançando o seu Gaddget. Já existe um quase consenso na rede de que estamos, embora,  10/15 anos atrasados em plena &#8220;paperless society&#8221;. Pesquisas suportam  esta tendência. Somente laudas  altamente relevantes e prioritarias estão sendo impressas pelo usuário padrão da rede.</p>
<p>O receptor  quer, agora, ler a informação na tela, com uma boa visualização e se a informação  for extensa, levar mais de 180/240 minutos de leitura não lê.  Salva em disco ou descarta. Se interessa prioritariamente  salva nos discos rígidos, que estão cada vez maiores e se não lê em 3 meses deleta.</p>
<p>Dai a importância cada vez maior das interfaces gráficas para leitura na web e da eficiência de visualização  para leitura nos sites e blogs. Se o site ou wiki  demora a carregar, tem entraves de login e password, uma administração burocratizada com longos cadastros e é<br />
ineficiente no trato com  o usuário este não volta nunca mais lá.</p>
<p>A pesquisa da OCLC  indica que  os grandes usuários da web possuem cerca de 20/25 URLs de uso regular, contínuo e privilegiado: são Bancos, P2Ps ,  sites de  transações horizontais para uma produção , sites de consumo preferencial, jornais , alguns wikis<br />
preferidos.</p>
<p>As outras URLs você entra uma vez na vida e nunca mais volta lá.</p>
<p>Com exceção dos casos específicos do usuário impressores pelo momento, como um estudante em um programa de doutorado, por exemplo,  que  precisa colecionar documentos para estudo e análise estamos no final da era das impressoras lazer de grande volume de impressão.</p>
<p>A impressão agora é para o entretenimento ou para material de alta prioridade. Dai a volta das &#8220;Epson&#8221;  jato de tinta,  de alta definição de cores e imagem. Já conseguimos ficar mais de 2 semanas sem imprimir nada, além de recibos,  extratos de bancos e documentos<br />
necessários para comprovação.  Você hoje compra uma laser P&amp;B por 850 reais. Custava 3 mil há dois anos.</p>
<p>Está é uma nova plataforma de comportamento do usuário face a tecnologia que chegou suave e meio despercebida. É um  comportamento associado a apropriação da informação digital.</p>
<p>Documento impresso é para mostrar aos amigos.</p>
<p>As árvores do mundo agradecem a chegada da &#8220;Paperles Society&#8221;.</p>
<p><em>- Aldo Barreto, PhD em Ciência da Informação, IBICT</em></p>
<p>Fonte: [e-texto/abarreto-l] &#8211; Lista de discussão do <a href="http://e-iasi.org/" target="_blank">IASI &#8211; Instituto de Adaptação e Inserção na Sociedade da Informação</a>.</p>
<p><strong>Nota do Editor do Portal do Arquivista</strong></p>
<p>A criação de documentos arquivísticos eletrônicos com valor legal já não é uma novidade, a Infra-Estrutura de Chaves Pública Brasileira é um dos elementos que contribui para o reconhecimento de documentos eletrônicos como <em>evidência</em>.</p>
<p>O acesso aos documentos eletrônicos por meio de dispositivos de leitura permitiriam o acesso à acervos arquivísticos sem utilizar o suporte papel. A caminhada pode ser lenta, mas provavelmente é inevitável e as vantagens são inegáveis, para os produtores quanto para os usuários consulentes da documentação. Enquanto isso, como diz o autor, continuaremos a imprimir os documentos necessários para comprovação, até não mais precisarmos imprimi-los.</p>
<p>O suporte papel ainda está entre nós, porém, a medida que a tecnologia de assinatura digital e os sistemas de gestão de documentos eletrônicos se tornarem mais comuns, a diminuição do uso desse suporte será sensível.</p>
<p>A frase repetida pelos pesquisadores da Arquivologia, de que a área se move cada vez mais da preocupação custodial para o do acesso à informação, continua valendo.</p>
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		<title>A Explosão da Memória</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 17:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os documentos de amanhã serão majoritariamente digitais. Em adição aos dados já armazenados nos estoques digitais, semanalmente se acresce uma biblioteca do congresso americano aos estoques digitais nas memórias eletrônicas. Na Internet cada um é o seu próprio publicador acabando com o monopólio da fala, um poder editores e instituindo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2007/11/boom.jpg" />Os documentos de amanhã serão majoritariamente digitais.  Em adição aos dados já armazenados nos estoques  digitais,  semanalmente se acresce uma biblioteca do congresso americano aos estoques digitais nas memórias eletrônicas.</p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<p>Na Internet cada um é o seu próprio publicador acabando com o monopólio da fala, um poder editores e instituindo a liberdade das vozes e um problema de gestão que , ainda não é uma preocupação,  das áreas que lidam com a informação.</p>
<p>Hoje existem cerca de 80 milhões de blogs pessoais enunciando  conteúdos de todas as áreas do conhecimento e a cada dia são criados mais 200 mil;  alguns são interrompidos outros hibernam mas a maioria tem longa produção.</p>
<p>Outra grande parte deste volume de documentos digitais está, ainda,  nos discos rígidos mantidos por  pessoas, de cientistas e organizações.</p>
<p>A OCLC Online Computer Library Center fez extensiva pesquisa  sobre tecnologia da informação e documentos digitais  na Europa, Usa e Canadá e  uma de suas surpreendentes conclusões é que:  &#8220;o usuário da web é cada vez mais um leitor online e não um impressor de papel para uma leitura tardia&#8221;</p>
<p>A proclamada e negada  &#8220;paperless society&#8221;  finalmente chegou;  isto pode ser percebido pelo valor de mercado e o valor relativo das grandes impressoras a laser. As impressoras  jato de tinta estão voltando ao mercado, mas só para uma impressão priorizada  ou de entretenimento e de alta qualidade.</p>
<p>Mas os grandes estoques crescentes de informação, continuam a se acumular em um tempo sem limites  nos arquivos digitais.</p>
<p>O conhecimento, potencialmente armazenado em estoques, agrupa-se, exponencialmente, em estruturas que lhe servem de repositório. Mesmo colocando-se filtros de entrada para limitar qualitativamente o crescimento destes estoques, a coisa toda tenderá a ruir em pedaços, devido ao seu  próprio  peso, a menos que se modifique as proporções relativas da estrutura em relação ao seu conteúdo físico.   [ <a href="http://tinyurl.com/t900" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" target="_blank"> http://tinyurl.com/t900</a> ]</p>
<p>A explosão de informação de que nos falavam Vannevar Bush e Solla Price no  após  a 2ª guerra mundial foi resolvida pelo computador, que é hoje um elemento da nova explosão junto com a liberdade da escrita na Internet.</p>
<p>Há  um processo de diferenciação estrutural, mediante o qual uma organização se distorce ao  se diferenciar. O exemplo clássico de D&#8217;Arcy Thompson, é famoso: uma estrutura ao mudar sua forma,  devido ao crescimento de seu  volume se transforma em outra. Assim, como a macieira não pode seguir crescendo para aumentar o volume de produção de seus frutos, haverá um momento, quando os estoques de memória digital, também, vergarão sob seu próprio peso e quebrarão em um processo de diferenciação.</p>
<p><a href="http://pass.maths.org/issue12/features/casti/" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" target="_blank"> http://pass.maths.org/issue12<wbr></wbr>/features/casti/</a></p>
<p>A analogia destes conceitos ao crescimento dos acervos leva a crer que estas estruturas de armazenagem,  na liberdade de produção de informação digital , irão crescer,  em volume, periódica e cumulativamente,  e em um determinado momento tenderão a &#8220;quebrar&#8221; por seu próprio peso, i.e.,  mudar sua forma,  devido ao crescimento de seu  volume e se transformar em outra ou acabar.</p>
<p>A teoria e as práticas das áreas que lidam com a gestão da informação, não se adaptando às novas estruturas, quebram, também, por inércia e inutilidade.</p>
<p><em>- Aldo Barreto, PhD em Ciência da Informação, IBICT<br />
</em></p>
<p>Fonte: [e-texto/abarreto-l] &#8211; Lista de discussão do <a href="http://e-iasi.org/" target="_blank">IASI &#8211; Instituto de Adaptação e Inserção na Sociedade da Informação</a>.</p>
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