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	<title>Portal do Arquivista</title>
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	<description>Portal dos estudantes e profissionais de Arquivologia</description>
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		<title>Simplicidade é fundamental</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 14:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[arquivística]]></category>
		<category><![CDATA[customização]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[GED]]></category>
		<category><![CDATA[Gestor da informação]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou incomodado.  É muito powerpoint, muita reunião, muitos recursos, muita customização de sistema e pouca prática&#8230; pouca eficiência. Muitos produtos de GED estão no mercado prometendo revolucionar o mundo, mas nem podem ser considerados como GED. São ferramentas de workflow com algumas adaptações. Com isso temos muita tecnologia e pouco utilidade para nossas necessidades essenciais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estou incomodado.  É muito powerpoint, muita reunião, muitos recursos, muita customização de sistema e pouca prática&#8230; pouca eficiência.</p>
<p>Muitos produtos de GED estão no mercado prometendo revolucionar o mundo, mas nem podem ser considerados como GED. São ferramentas de workflow com algumas adaptações. Com isso temos muita tecnologia e pouco utilidade para nossas necessidades essenciais enquanto Gestores da informação.</p>
<p>Temos cada vez mais espaço nas empresas privadas, coisa rara em anos recentes, mas também tropeçamos na falha de comunicação com nossos pares e clientes. Ainda pecamos em alguns momentos por pensarmos que somos os &#8220;rejeitados&#8221; e que ninguém valoriza o nosso trabalho. Com isso, muitos trabalham para impressionar e não para servir. Motivação errada.</p>
<p>Muitas reuniões e pouca eficiência. As vezes nos preocupamos mais na apresentação e deixamos o serviço um pouco de lado. O usuário pode se apaixonar pela casca, mas se não houver aplicação prática, perdemos o nosso maior alvo e um forte aliado.</p>
<p>Ser simples na arquivística compreende atingir as necessidades da instituição onde você trabalha de forma clara e objetiva. É entender que antes do marketing está a satisfação do usuário e a descomplicação de processos de trabalho. A experiência do nosso público na busca e resgate da informação deve ser curta e agradável. Isso só é possível com simplicidade.</p>
<p>Sejamos simples e tenhamos a consciência de que &#8220;menos é mais&#8221;.</p>
<p>O feijão com arroz alimenta e mantém de pé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saudações arquivísticas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2º ARQUIFES Norte Nordeste</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/05/27/2o-arquifes-norte-nordeste/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 13:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos, Cursos e Concursos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Programação do 2º ARQUIFES PROGRAMAÇÃO 05/06/2013 (Quarta-feira) 16h00min &#8211; CREDENCIAMENTO 17h00min &#8211; SOLENIDADE DE ABERTURA DO II ARQUIFES/N-NE 18h00min &#8211; PALESTRA DE ABERTURA: LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO 06/06/2013 (Quinta-feira) 08h30min – GESTÃO DE ARQUIVOS PERMANENTES 10h00min – INTERVALO 10h30min &#8211; APRESENTAÇÃO DO CNIFES 12h00min &#8211; ALMOÇO 13h30min – APRESENTAÇÃO DA EMPRESA PATROCINADORA DO [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.arquifes.blogspot.com" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1815" alt="cartaziiarquifesufal2013" src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/05/cartaziiarquifesufal2013.jpg" width="572" height="800" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 itemprop="name">Programação do 2º ARQUIFES</h3>
<div id="post-body-3736858858110251270" itemprop="description articleBody">
<p><b><span style="color: blue;">PROGRAMAÇÃO</span></b></p>
<p><b>05/06/2013 (Quarta-feira)</b></p>
<p>16h00min &#8211; CREDENCIAMENTO</p>
<p>17h00min &#8211; SOLENIDADE DE ABERTURA DO II ARQUIFES/N-NE</p>
<p>18h00min &#8211; PALESTRA DE ABERTURA: LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO</p>
<hr />
<p><b>06/06/2013 (Quinta-feira)</b></p>
<p>08h30min – GESTÃO DE ARQUIVOS PERMANENTES</p>
<p>10h00min – INTERVALO</p>
<p>10h30min &#8211; APRESENTAÇÃO DO CNIFES</p>
<p>12h00min &#8211; ALMOÇO</p>
<p>13h30min – APRESENTAÇÃO DA EMPRESA PATROCINADORA DO II ARQUIFES</p>
<p>15h00min &#8211; INTERVALO</p>
<p>15h30min &#8211; GESTÃO DE ARQUIVOS DOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS</p>
<hr />
<p><b>07/06/2013 (Sexta-feira)</b></p>
<p>08h30min &#8211; IMPACTO DA CONFERÊNCIA NACIONAL DE ARQUIVOS NAS POLITICAS ARQUIVISTICAS DAS IFES</p>
<p>10h00min – INTERVALO</p>
<p>10h30min – APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DAS IFES: DIAGNÓSTICO DAS INSTITUIÇÕES</p>
<p>12h00min &#8211; ALMOÇO</p>
<p>13h30min &#8211; SISTEMATIZAÇÃO DAS PROPOSTAS PARA COMPOSIÇÃO DA CARTA DE ALAGOAS</p>
<p>15h00min – INTERVALO</p>
<p>15h30min &#8211; MESA DE ELEIÇÃO DA SEDE DO III ARQUIFES N/NE</p>
<p>16h30min – AVALIAÇÃO DO II ARQUIFES</p>
<p>17h00min – ENCERRAMENTO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.arquifes.blogspot.com" target="_blank">http://www.arquifes.blogspot.com</a></p>
</div>
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		</item>
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		<title>Brasil e China vão trocar experiências sobre preservação digital de arquivos</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/05/21/brasil-e-china-vao-trocar-experiencias-sobre-preservacao-digital-de-arquivos/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 16:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Brasil e China farão uma troca de informações sobre preservação digital de arquivos históricos. O assunto foi discutido durante encontro ontem (20) entre o diretor-geral do Arquivo Nacional, Jaime Antunes, e do diretor-geral do Arquivo Municipal de Tianjin, na China, Rong Hua. A reunião foi na sede do Arquivo Nacional. “O mundo é digital. É [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone  wp-image-1811 aligncenter" alt="brachi" src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/05/brachi.jpg" width="425" height="274" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brasil e China farão uma troca de informações sobre preservação digital de arquivos históricos. O assunto foi discutido durante encontro ontem (20) entre o diretor-geral do Arquivo Nacional, Jaime Antunes, e do diretor-geral do Arquivo Municipal de Tianjin, na China, Rong Hua. A reunião foi na sede do Arquivo Nacional.</p>
<p>“O mundo é digital. É inexorável que cada vez mais registros se produzam digitalmente para você garantir que a qualquer momento que você necessite daquela informação, ela esteja disponível, senão estaríamos contribuindo para uma amnésia nacional. Teríamos preservados documentos de séculos passados e estaríamos chorando a preservação do patrimônio do século 21”, disse Antunes.</p>
<p>Segundo o diretor do Arquivo Nacional, a China tem uma longa tradição em preservação de arquivos, enquanto o Brasil está apenas começando. “Por meio da preservação digital, iremos aumentar a longevidade desses materiais para que a qualquer momento essa informação possa ser vista por qualquer pessoa”.</p>
<p>“Primeiro, queremos fazer o intercâmbio de informações com o Brasil. Segundo, nós queremos estabelecer um acervo de informações gerais sobre a nossa cidade. Como o Brasil teve um consulado na cidade em 1909, buscamos informações sobre esse período”, destacou Rong Hua.</p>
<p>A estimativa do governo federal é implantar até o início de 2014 o programa de administração sem papel, dando prioridade à digitalização de arquivos, que estão sob risco de deterioração.</p>
<p>Ligado ao Ministério da Justiça, o Arquivo Nacional foi criado durante o reinado do imperador dom Pedro II para a preservação e divulgação do patrimônio documental do país. Atualmente, o órgão tem cerca de 16 milhões de páginas digitalizadas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://rfidbrasil.com/blog/index.php/brasil-e-china-vao-trocar-experiencias-sobre-preservacao-digital-de-arquivos/" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Portal do Arquivista sorteia inscrições para o ECMShow Brasília 2013</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/05/05/portal-do-arquivista-sorteia-inscricoes-para-o-ecmshow-brasilia-2013/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 22:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos, Cursos e Concursos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal do Arquivista está apoiando a terceira edição do ECMShow em Brasília/DF, em 14 e 15 de maio. O ECMShow DF 2013 é a maior oportunidade para adquirir conhecimento amplo de processos, tecnologia e tendências sobre os diversos assuntos que movimentam a gestão de documentos e informação nesses setores. Por que participar? O que você irá encontrar no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Portal do Arquivista</strong> está apoiando a terceira edição do <a href="http://ecmshow.com.br/2013/ecmshow-2013-rio-de-janeiro/">ECMShow</a> em Brasília/DF, em 14 e 15 de maio.</p>
<p>O <strong>ECMShow DF 2013</strong> é a maior oportunidade para adquirir conhecimento amplo de processos, tecnologia e tendências sobre os diversos assuntos que movimentam a gestão de documentos e informação nesses setores.</p>
<p>Por que participar? O que você irá encontrar no ECMSHOW?</p>
<p>- Público altamente qualificado e focado no fortalecimento e evolução do setor;</p>
<p>- Palestras com líderes do setor e formadores de opinião econômicos, políticos e sociais;</p>
<p>- Sessões orientadas para as diferentes indústrias e estratégias de negócio;</p>
<p>- Demonstrações ao vivo de novas tecnologias, soluções e serviços em gestão da informação;</p>
<p>- Casos de sucesso de usuários;</p>
<p>- Reuniões individuais com especialistas consagrados;</p>
<p>- Espaço de Networking para conhecer e interagir com quem faz o mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Graças à essa parceria, o Portal do Arquivista está sorteando 3 inscrições para o ECMShow DF 2013</p>
<p><strong>Os ganhadores terão direito a:</strong></p>
<p>- ASSISTIR ao CONGRESSO, que terá palestras com Cases, Tecnologias, Aplicações e Tendências do mercado apresentados pelos principais especialistas do país;</p>
<p>- TIRAR SUAS DÚVIDAS com especialistas que estarão disponíveis no ESPAÇO ECM Connection, para tirar dúvidas e discutir soluções específicas sobre a Gestão de Informações e Documentos em sua empresa;</p>
<p>- VER NA PRÁTICA as novas tecnologias que estão modificando a forma como as empresas administram suas informações e documentos, apresentadas pelas maiores empresas do setor, na EXPOSIÇÃO;</p>
<p>- RELACIONAR-SE com profissionais das principais empresas do país. É uma oportunidade única para trocar experiências e potencializar sua rede de relacionamentos.<a href="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/05/Portal-Arquivistas.png"><br />
</a></p>
<p><a href="http://migre.me/emyBH" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1800 aligncenter" alt="Portal-Arquivistas" src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/05/Portal-Arquivistas.png" width="600" height="964" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Está na hora de ventilar o arquivo nacional</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/03/14/esta-na-hora-de-ventilar-o-arquivo-nacional/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 19:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charlley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Charlley Luz]]></category>

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		<description><![CDATA[Eita semana com notícias ruins e que me deixaram perplexo. Foi a tomada de poder pelos fundamentalistas na câmara com o Feliciano para presidir a comissão dos direitos humanos, a falta de humanidade do bêbado que atirou o membro que podia ser reimplantado do ciclista atropelado, o papa gaucho (sem acento) que vem do pampa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eita semana com notícias ruins e que me deixaram perplexo. Foi a tomada de poder pelos fundamentalistas na câmara com o Feliciano para presidir a comissão dos direitos humanos, a falta de humanidade do bêbado que atirou o membro que podia ser reimplantado do ciclista atropelado, o papa gaucho (sem acento) que vem do pampa, só que argentino. Mas o que mais me deixou triste mesmo foi a situação calamitosa do Arquivo Nacional por falta de manutenção.</p>
<p>As reportagens mostram que são problemas que já existiram e que combinaram de acontecer todos no dia do temporal. <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/37121/" target="_parent">reportagem</a> Foram atingidos documentos importantes, alguns de origem portuguesa do século XVII, outros que estão sendo agora utilizados pela Comissão da Verdade relativos as ditaduras no Brasil (que coincidência). Daí me pergunto: o que levou a ocorrer isso tudo numa instituição que estabelece o padrão de qualidade de arquivos no país? A Associação dos Servidores do Arquivo Nacional já divulga há muito tempo as falhas da gestão que impactam no trabalho de seus colaboradores, como dá para ver no site da <a href="http://www.assan.com.br/?p=1667" target="_parent">ASSAN</a></p>
<p>Pois é. Mas vem que cá, não é lá que tem um diretor há mais de vinte anos, diretor este que passou por diversos governos e continua sentado sobre as informações da república? Sinceramente, achei que isso era um motivo para acreditar que estava tudo bem e que as coisas funcionavam e que as reinvidicações era só demarcação política. Se o cara é diretor há tanto tempo, achei que estava tudo sob controle, que as coisas estavam funcionando muito bem e por isso ele continuava diretor do arquivo nacional.</p>
<p>Mas parece-me que o caso é outro. Cão que não late não incomoda. Talvez a longa e inexplicável permanência tenha muito mais a haver com um silencio obsequioso em relação as necessidades da instituição do que significados políticos. Não quero ser injusto, sei que este temporal choveu em poucas horas o que era para ser do mês inteiro, mas mesmo assim não éramos para estar preparados para intempéries e sinistros já a algum tempo? É o que aprendi na faculdade, é o que pego a meus clientes nas consultoria que presto.</p>
<p>Para secar a documentação será necessário ventilá-la bem. Não era hora também de ventilar a gestão do Arquivo Nacional? Dilma, fica a dica.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Estivemos este tempo todo trabalhando com Informação que não era Arquivística?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 16:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charlley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Charlley Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivista 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[arquivística]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[pós-custodial]]></category>

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		<description><![CDATA[A criação de conceitos faz parte do processo científico, com ela conseguimos criar comunidades, especialistas, gerar conhecimento de fato. Mas ao utilizarmos o termo informação arquivística não estamos delimitando por demais nossa área de atuação? Quando lancei o Manifesto Arquivologia 2.0, destacava que precisávamos criar uma nova abordagem na arquivologia, que incorpore os conceitos transdisciplinares [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1785" alt="perunta" src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/02/perunta-300x225.jpg" width="300" height="225" />A criação de conceitos faz parte do processo científico, com ela conseguimos criar comunidades, especialistas, gerar conhecimento de fato. Mas ao utilizarmos o termo informação arquivística não estamos delimitando por demais nossa área de atuação?</p>
<p>Quando lancei o Manifesto Arquivologia 2.0, destacava que precisávamos criar uma nova abordagem na arquivologia, que incorpore os conceitos transdisciplinares tratados em gestão do conhecimento, arquitetura de informação, taxonomia, entre outros, por exemplo. Era um chamado para que aprofundássemos na academia o debate sobre as novas formas de gerenciar informações em ambientes corporativos, através de portais corporativos e intranets.</p>
<p>Acredito cada vez mais que o nosso objeto passa do documento físico (fim da era da encapsulação) para a gestão de informações orgânicas nos ambientes digitais, que dão suporte para a administração e futuramente para a pesquisa. Nesse sentido, os portais e intranets passam a ser uma nova arena de trabalho de arquivistas, pois é a eles que afluem as informações de tomadas de decisão e que registram as relações entre instituições e pessoas. Mas vejo que, o que estão ali, são informações orgânicas, resultado dessas relações comuns às instituições. Vejo que tudo ali é informação. Mudou o meio (do papel para o digital), mas a relação e que gerou a informação é a mesma.</p>
<p>Do ponto de vista de evolução do objeto, podemos ver que a arquivologia evoluiu da unidade documental (documento) para os arquivos (massa documental custodiada), passando a seguir para a informação orgânica e agora para a chamada informação arquivística. Mas o que é a informação arquivística? O que caracteriza a informação arquivística? É a informação encontrada em arquivos? Mas o que a diferencia da informação orgânica?</p>
<p>A informação arquivística é a informação digital? Poderia dizer que Informação Arquivística no ambiente digital é o conjunto de dados e metadados ligados por sua gênese? Ela é uma informação gerada em ambientes digitas? Resultado de SIGAD? Atuais processos corporativos continuam fazendo as mesmas coisas de 20 anos atrás, hoje os gerentes autorizam orçamentos através de uma interface digital, as áreas recebem demandas por e-mails e os diretores acompanham tudo por dashboards de sistemas de BI (business inteligence). Porque hoje o objeto é a informação Arquivística? O que a difere da informação biblioteconômica? (se de fato os bibliotecários referem-se ao seu trabalho assim).</p>
<p>Segundo o que pude levantar, o termo informação arquivística foi utilizado no Brasil por Lopes em 2000, ela deriva da tradução de Archival Information utilizada lá fora desde meados dos anos 80 do século passado, mas que designa para eles a relação dos princípios arquivísticos e as informações. Como a sua relação umbilical com o produtor; a sua originalidade, logo, a sua unicidade; a sua capacidade de ser avaliada em termos de idade e de utilização.</p>
<p>Também vi que dentre as particularidades da informação arquivística, ainda são assinaladas a natureza limitada dos seus suportes, a acumulação das informações – produzidas ou recebidas – por um indivíduo ou uma instituição, desde que sejam informações capazes de ter significação. E ainda aquelas que se referem às atividades geradoras da informação e o fato de ser a informação arquivística a primeira forma tomada por uma informação registrada, quando da sua criação. (Revista Archives, 1988 apud Lopes, 2000, p.103).</p>
<p>Logo, é como um mantra em japonês, onde duas palavras podem resumir um grande conceito. Acredito que a informação arquivística não é a informação do documento, é por si só a soma dos princípios arquivísticos representados nos valores da informação tanto para a gestão como para a história ou memória. Será mesmo?</p>
<p>Talvez, esperamos por demais o que vem de fora, não tropicalizamos e criamos muito conceitos. Acredito que o conceito de informação arquivística precisa ser claramente definido pela nossa comunidade brasileira para justificar o uso que está tendo. Este termo ainda não existe no Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística.</p>
<p>Publicado originalmente em: <a href="http://olhararquivistico.blogspot.com.br/2013/02/estivemos-este-tempo-todo-trabalhando.html" target="_blank">Olhar Arquivístico</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Acesso pra quê??</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/02/25/acesso-pra-que/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 16:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acesso]]></category>
		<category><![CDATA[máquina pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou chato. Eu sei disso. Porém não me cansarei de repetir a pergunta que fiz no dia que a lei de acesso a informação foi aprovada. Lei de acesso pra quê? Fico irritado toda vez que vejo um tweet ou post de facebook versando sobre altos salários de alguns funcionários públicos. Aí eu, mais uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sou chato. Eu sei disso. Porém não me cansarei de repetir a pergunta que fiz no dia que a lei de acesso a informação foi aprovada.</p>
<p>Lei de acesso pra quê?</p>
<p>Fico irritado toda vez que vejo um tweet ou post de facebook versando sobre altos salários de alguns funcionários públicos. Aí eu, mais uma vez, pergunto: Acesso pra quê?</p>
<p>Reconheço que em tempos onde há record de audiência para espiar uma casa com pessoas em confinamento, cobrar tal atitude torna-se uma atividade difícil. Entretanto, gostaria de indagar se a sociedade civil está usufruindo do verdadeiro direito do acesso a informação.</p>
<p>Nos dias atuais, muitos jornais e veículos de comunicação se tornaram telespectadores passivos dos atos lesivos da máquina pública. E muitos cidadãos estão tomando a mesma atitude.</p>
<p>Publicação de foto no facebook, lista de assinatura digital e tweet invocado não fará pessoas mudarem de rumo. A Lei de acesso a informação é um instrumento de fiscalização e combate a imperfeições nos serviços públicos. Deixe o ato de espiar para os reality shows. Exerça seu direito!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>No primitivismo digital, somos todos arquivistas.</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 12:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>charlley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Charlley Luz]]></category>
		<category><![CDATA[arquivologia 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos na era do primitivismo digital. Tudo que fazemos agora terá um impacto nos registros que serão acessados num futuro. Porém parte dessa história periga se perder em sequência de bits, estruturadas em bytes. Sem leitura num futuro. É a obsolescência tecnológica. Para cuidar dela, usamos técnicas de preservação digital que poderá, daqui a alguns [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos na era do primitivismo digital. Tudo que fazemos agora terá um impacto nos registros que serão acessados num futuro. Porém parte dessa história periga se perder em sequência de bits, estruturadas em bytes. Sem leitura num futuro. É a obsolescência tecnológica. Para cuidar dela, usamos técnicas de preservação digital que poderá, daqui  a alguns anos, ajudar nossos descendentes a entenderem os dias de hoje.<br />
Acontece que a popularização de gadgets, de aparelhos que propiciam participar dessa era primitiva digital, nos torna grandes geradores de informação orgânica. Um exemplo? Ten<a href="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/02/gadget.jpg"><img src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/02/gadget.jpg" alt="gadget" width="300" height="225" class="alignleft size-full wp-image-1776" /></a>ho quase 3000 fotos no meu celular. Mais de 10.000 em meu computador. Mais de 1300 no Instagram. 1344 fotos no Facebook. Tudo acumulando-se organicamente. Mas não necessariamente organizadamente. Não sou fotógrafo, registro meus momentos.</p>
<p>Chega um momento em que você dá uma limpa nessas fotos, até para poder ter um espaço melhor na memória cada vez menor dos gadgets. Nessa hora somos arquivistas. Nessa hora fazemos uma avaliação e eliminamos registros desnecessários (aquela foto que tremeu, aquela que você já não acha tão legal…). Aqui também fazemos a classificação dos documentos estabelecendo álbuns temáticos onde encontraremos, quando quisermos, aquela imagem.</p>
<p>Acaba que somos arquivistas de nós mesmos e eliminamos informações desnecessárias, organizamos as que consideramos importantes para a nossa própria história. Hoje muito mais por uma questão de performance de nossas ferramentas do mundo primitivo digital. Quem sabe um dia nos damos conta da necessidade de conviver com essa realidade. Daí teremos cursos de como organizar arquivisticamente as fotos em seu iPhone<br />
E assim seguimos, deixando nosso rastro imagético nesse mundo de impressões registrados em zeros e uns.</p>
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		<title>Cancelado X CAM &#8211; Congresso de Arquivologia do Mercosul (Atualizado! 8/2/1913)</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 22:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8212;&#8212; Atualização (8/2/2013) Sede oficial do X CAM será a Cidade de Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, programado para 5, 6 e 7 de Março de 2014. &#8212;&#8212; Foi anunciado o cancelamento do X CAM &#8211; Asociación Nacional de Archivistas Argentinos, em La Plata &#8211; Argentina. Segue abaixo a comunicação divulgada sobre o assunto: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Atualização (8/2/2013)</strong></p>
<p>Sede oficial do X CAM será a Cidade de Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, programado para 5, 6 e 7 de Março de 2014.</p>
<p>&#8212;&#8212;</p>
<p>Foi anunciado o cancelamento do X CAM &#8211; Asociación Nacional de Archivistas Argentinos, em La Plata &#8211; Argentina.</p>
<p>Segue abaixo a comunicação divulgada sobre o assunto:</p>
<p>La <strong>Asociación Nacional de Archivistas Argentinos</strong> (ANAA Leg. Nº198496), cumple en informar que atento a los hechos que han sido de público conocimiento en cuanto a la organización del X Congreso de Archivología del Mercosur con sede en La Plata, Argentina, para no lesionar la profesión archivística ni a sus profesionales, en la Asamblea General Extraordinaria llevada a cabo en día 28 de diciembre de 2012, a las 18Hs, en su sede social, convocada por el Organo Fiscalizador de la institución, de acuerdo a  los artículos 28 inc. G y 36 del estatuto social previa solicitud y comunicación a la dirección de Persona Jurídica, según consta en acta, se resolvió:</p>
<p>1º.- Declinar la sede del X CAM, en La Plata, Argentina.</p>
<p>2º.- Comunicar al Consejo Asesor del CAM, y al anterior organizador, para designar nueva sede.</p>
<p>3º.- Este año, 2013, no se llevará a cabo el Congreso de Archivología del Mercosur en Argetina, el X CAM, se realizará en el año 2014, con sede en nuevo país a designar.</p>
<p>4º.- Habiendo comprometido a entidades y autoridades para el evento, se realizará en su lugar el Seminario Latinoamericano de Legislación Archivística, los días 7, 8 y 9 de octubre de 2013, en el Auditorio del Pasaje Dardo Rocha de la ciudad de La Plata, organizado por la ANAA.</p>
<p>5º.- Comunicar dichas decisiones a todos sus asociados, a los representantes provinciales de la ANAA, divulgar en todos los medios de comunicación y a todas las autoridades pertinentes.</p>
<p align="center">Comisión Directiva ANAA</p>
<p align="center">La Plata, 4 de febrero de 2013</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Fonte: <a href="http://www.archiveros.info/profiles/blog/show?id=4614456%3ABlogPost%3A66605&amp;xgs=1&amp;xg_source=msg_share_post" target="_blank">Archiveros</a></p>
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		<title>ARQUIVO GERAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO PASSA PARA A CASA CIVIL DA PREFEITURA</title>
		<link>http://www.arquivista.net/2013/01/31/arquivo-geral-da-cidade-do-rio-de-janeiro-passa-para-a-casa-civil-da-prefeitura/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 00:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sodré Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, instituição criada em 1567, esteve, por diversas vezes, em uma posição privilegiada junto aos órgãos aos quais era subordinado. Durante o período colonial e imperial acompanhou a Câmara Municipal em suas andanças por vários endereços, pois era a instituição responsável pela guarda e organização da documentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-1756 aligncenter" alt="arquivo-rj" src="http://www.arquivista.net/wp-content/uploads/2013/01/arquivo-rj.jpg" width="420" height="312" /></p>
<p>O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, instituição criada em 1567, esteve, por diversas vezes, em uma posição privilegiada junto aos órgãos aos quais era subordinado. Durante o período colonial e imperial acompanhou a Câmara Municipal em suas andanças por vários endereços, pois era a instituição responsável pela guarda e organização da documentação produzida pelo Conselho Municipal.</p>
<p>Com a Proclamação da República e sua transferência para a recém-criada Prefeitura do Distrito Federal, foi alçada à condição de Diretoria, vinculado diretamente ao prefeito, condição que voltou a usufruir em 1919. Depois disso, sua trajetória foi descendente em termos de subordinação hierárquica. Este posicionamento na estrutura constituía um embargo para que a instituição desenvolvesse suas atividades, principalmente a partir da Lei nº 3.404, de 5 de junho de 2002, que dispôs que o Arquivo seria o gestor da Política Municipal de Arquivos e do Sistema de Memória da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Seguindo o caminho já trilhado pelo Arquivo Nacional e pelos Arquivos Públicos dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, pelo DECRETO Nº 36689, de 1º de janeiro de 2013, passou a ser um órgão vinculado à Casa Civil da Prefeitura do Rio, fato que facilitará o diálogo com os demais órgãos municipais, possibilitando que exerça em plenitude as funções que lhe foram confiadas pela Lei 3.404.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.anpuh.org/informativo/view?ID_INFORMATIVO=3699" target="_blank">ANPUH</a></p>
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