A I Conferência Nacional de Arquivos – CNARQ, foi iniciada hoje (14 de dezembro) ao final do dia. Compartilho com os leitores do Portal do Arquivista algumas notas que fiz durante a presente oportunidade de participar como delegado da região nordeste.


Na manhã e tarde desta quarta-feira, participantes oriundos das diversas regiões do país chegaram a Brasília para participar do I CNARQ. O grupo dos delegados da região Norte foram os primeiros a chegar, tendo partido de sua origem por volta da meia-noite. Os delegados da Bahia sairam de Salvador em um horário aproximado de 06:00, chegando por volta de 09:00 ao hotel.

O credenciamento foi iniciado às 17h, com a maioria dos delegados presentes no hotel da realização do evento. Desse momento até a abertura do evento, houve contato e troca de informações entre os participantes.


Ricardo Andrade (BA), José Maria Jardim (RJ) e Josemar Melo (PB)

A mesa de abertura, iniciada por volta das 21:30, contou com a participação do José Eduardo Cardozo (Ministro da Justiça), Jaime Antunes (Diretor do Arquivo Nacional), Ivan Neves (Arquivo Nacional e Presidente da I CNARQ), Guilherme Canela (Unesco) e Eduardo Rômulo (TCU). (ver primeira foto do post)

Entre os temas abordados nos pronunciamentos dos participantes das mesas, houve citações acerca da nova autonomia autárquica concedida ao Arquivo Nacional; da importância de se desenvolver a política arquivística nacional por meio de mecanismos de participação, como o CNARQ; o papel do CNARQ de oferecer ao final um produto que sirva para a efetiva implantação de políticas públicas arquivísticas no país; o papel dos “porteiros da informação”, como é o caso dos arquivistas; a importância da definição de agendas políticas, de metas, diretrizes, ações e filosofias; a importância do CNARQ frente à aprovação e necessidade de tornar real o que é proposto pela nova Lei de Acesso à Informação e o posicionamento internacional de destaque que o Brasil assume na questão do Governo Aberto.

Salientou-se ainda que o CNARQ é uma amostra da maturidade política que a arquivologia alcançou, com indicações de necessidade de periodicidade para o evento, cuja importância propicia o reforço à cidadania por meio da elaboração de políticas de gestão dos arquivos no Brasil.

O dia finalizou com o jantar dos delegados, com a expectativa de muito trabalho nos próximos dias!

Texto de Ricardo Andrade, editor do Portal do Arquivista e delegado pelo Nordeste no I CNARQ, representando a Associação dos Arquivistas da Bahia.

I CNARQ – Notas da abertura

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